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A empresa curitibana Hi Technologies acaba de lançar o que pode ser, literalmente, chamado de o terror dos laboratórios de análises clínicas – um mercado que movimenta R$ 25 bilhões por ano. Motivo: o Hilab, um aparelho portátil, fabricado pela companhia de tecnologia Positivo, é, praticamente, um laboratório ambulante. Com apenas duas gotas de sangue misturadas em uma cápsula com um reagente químico, é possível saber em poucos minutos o resultado de exames como HIV, dengue, zika, hepatite, colesterol, glicemia, entre outros. “É o primeiro aparelho do mundo a oferecer análises com essa rapidez”, diz Marcus Figueredo, CEO da Hi Technologies.

Coisa rápida

O aparelho põe em xeque o modelo de negócios dos laboratórios por dois motivos cruciais. O primeiro, diz Figueredo, é o tempo. Enquanto um exame de HIV demora cerca de um dia para ser liberado, o do Hilab sai em 15 minutos. O segundo é o preço. “O mesmo exame de HIV em um laboratório convencional sai por R$ 100. Já o nosso, por R$ 50”, diz Figueredo. Desenvolvido em parceria com a Intel e a Microsoft, ele transforma o sangue coletado em dados digitais e manda, via computação em nuvem, para uma central de diagnósticos, onde médicos emitem o laudo. “Hoje contamos com 20 profissionais de saúde, mas a meta é, dentro de um ano, chegar a 300 para analisar as informações.”

 

 

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