Introdução a Oximetria de Pulso
Dentre os sinais vitais básicos (temperatura, pressão areterial, frequência cardíaca e frequência respiratória), a oximetria de pulso é considerada como o quinto sinal vital mensurável visualmente através de artefatos a ser observado no paciente/cliente, pela equipe de saúde no complexo hospitalar e domiciliar (1,2,3,4,5). Por ser um dado em tempo real essencial, que em conjunto com outros dados coletados são utilizados como indicador das alterações do padrão físiopatológico, possibilitando ao profissional da saúde fundamentar a sua decisão clínica-médica e cirúrgica (6).
Em meados do século passado, a mensuração pela oximetria foi desenvolvida por Glen Allen Millikan, sendo posteriormente refinada e patenteada por Takuo Aoyagi (7,8); atualmente várias empresas (pesquisadores) se empenham em aperfeiçoar essa tecnologia para beneficiar a qualidade de vida dos pacientes/clientes e otimizar o trabalho dos profissionais da área de saúde. Para prover isso, contam com a parceria do conhecimento da engenharia biomédica no desenvolvimento de equipamentos com alta tecnologia, implementando o mercado médico-hospitalar.
Para citações
Tetzlaff AAS (Hi Technologies). Introdução a Oximetria de Pulso. [online] 2010 Abr. [acessado em dia, mês ano]. Disponível em: http://hitechnologies.com.br/artigos/introducao-oximetria-de-pulso/
Referências
1 Moreira GA. Repercussões respiratórias da anemia falciforme. J. bras. pneumol. [online]. 2007 Jun. [acesso em 12 de fev. 2010]; 33(3): xiii-xx . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-37132007000300002&lng=en.
2 Puggina ACG, Silva MJP. Sinais vitais e expressão facial de pacientes em estado de coma. Rev. bras. enferm. [online]. 2009 Jun. [acesso em 24 de fev. 2010]; 62(3): 435-441. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672009000300016&lng=en.
3 Mower W, Myers G, Nicklin E, Kearin K, Baraff L, Sachs C. Pulse oximetry as a fifth vital sign in emergency geriatric assessment. Acad Emerg Med. [online].1998, 5 (9): 858-865. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9754497.
4 Mower W, Sachs C, Nicklin E, Baraff L. Pulse oximetry as a fifth pediatric vital sign. Pediatrics.[online]. 1997, 99 (5): 681–6. Disponível em: http://www.pain-initiative-un.org/doc-center/en/docs/Pulse%20Oximetry%20as%20a%20Fifth%20Pediatric.pdf.
5 Neff T (1988). Routine oximetry. A fifth vital sign?. Chest [online]. 1988 aug. [23 de fev. 2010] 94 (2): 227. Disponível em: www.chestjournal.org/cgi/reprint/94/2/227a.pdf.
6 Réa-Neto A, Rezende E, Mendes CL, David CM, Dias FS, Schettino G, Lobo SMA. Consenso Brasileiro de Monitorização e Suporte Hemodinâmico – ParteIV: Monitorização da Perfusão Tecidual. Rev. Bras. Terap. Intens. 2006; 18 (2): 154-160.
7 Severinghaus JW, Honda Y. History of blood gas analysis: VII. Pulse Oximetry. J Clin Monit. 1987, 3 (2): 135-138.
8 Severinghaus JW. Takuo Aoyagi: Discovery of Pulse Oximetry. Rev. Int. Anesthesia & Analgesia. 2007, 105, (06): S1-S4.

